Entenda os tipos de guarda compartilhada e unilateral, direito de convivência e pensão. Advogados especialistas em família em todo Brasil.
Introdução: O Que Não Se Divide é o Amor Pelos Filhos
A decisão de se separar é uma das mais difíceis para um casal. Nesse momento de reorganização da família, uma pergunta se destaca: como garantir que os filhos tenham seu desenvolvimento preservado e mantenham um vínculo saudável com ambos os pais? A resposta está em entender os arranjos de guarda de filhos e regime de visitação.
Estes não são meros termos jurídicos. Estruturas bem definidas de convivência são pilares para a segurança emocional das crianças. Seja em Porto Alegre (RS), Manaus (AM) ou São Luís (MA), o objetivo da lei é único: proteger o melhor interesse da criança e do adolescente.
Neste guia completo, a equipe do Senna Martins Advogados explica, de forma clara, os tipos de guarda, como funciona o direito de convivência e o que fazer quando surgem conflitos. Nosso objetivo é oferecer informações que tragam clareza e tranquilidade para sua família.
Guarda Compartilhada: A Preferência da Lei
A guarda compartilhada é o modelo preferencial no Brasil, conforme estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ela vai muito além de simplesmente dividir o tempo da criança entre duas casas.
O Que é Realmente a Guarda Compartilhada?
Neste regime, ambos os pais – mesmo separados – compartilham as principais decisões sobre a vida dos filhos. Isso inclui escolhas sobre educação, saúde, religião e lazer. A guarda compartilhada prioriza a responsabilidade conjunta, assegurando que pai e mãe participem ativamente da criação.
Exemplo Prático: Um casal de Belo Horizonte (MG) se separa. Eles estabelecem a guarda compartilhada de seus dois filhos. A criança mora principalmente com a mãe, mas o pai a busca na escola três vezes por semana, leva ao médico e participa de todas as reuniões escolares. Juntos, decidem mudar os filhos para uma nova escola. Este é um exemplo de guarda compartilhada funcionando na prática.
Vantagens da Guarda Compartilhada
- Estabilidade emocional para os filhos: A criança mantém uma relação próxima e constante com os dois genitores.
- Divisão de responsabilidades: As decisões e os custos são compartilhados, aliviando a carga de um único responsável.
- Redução de conflitos: Ao incentivar o diálogo, este modelo pode minimizar desentendimentos futuros.
A base legal para a guarda compartilhada está no Código Civil (Lei 10.406/2002) e no ECA (Lei 8.069/90), que você pode consultar no site oficial do Planalto.
Guarda Unilateral: Quando a Responsabilidade é de Um Só
Na guarda unilateral (ou exclusiva), a responsabilidade pela criança é atribuída a apenas um dos genitores. O outro detém o direito de visitas e deve pagar a pensão alimentícia.
Quando a Guarda Unilateral é Adotada?
Este modelo é aplicado quando um dos pais não tem condições de compartilhar a guarda. Isso pode ocorrer por diversos motivos, como:
- Abandono do lar.
- Doença grave que impeça o exercício do poder familiar.
- Situação que coloque em risco a segurança física ou emocional da criança.
Exemplo Prático: Um pai que reside em Fortaleza (CE) é condenado por violência doméstica contra a mãe de sua filha. Visando proteger o bem-estar da criança, o juiz concede a guarda unilateral para a mãe, estabelecendo um regime de visitas supervisionado para o pai.
Regime de Visitação: Garantindo o Direito de Conviver
O regime de visitação é o conjunto de regras que define como o genitor que não detém a guarda (ou na guarda compartilhada com residência fixa em uma casa) manterá a convivência com os filhos. Este direito é da criança, sendo fundamental para seu desenvolvimento.
Como Funciona na Prática?
O regime pode ser estabelecido de forma consensual ou definido judicialmente. Um modelo comum inclui:
- Finais de semana alternados: O pai/mãe passa o final de semana com o filho.
- Visitas durante a semana: Um ou dois dias para jantar e fazer a lição de casa.
- Férias escolares: Metade das férias com cada genitor.
- Datas comemorativas: Aniversários e festas de fim de ano são divididos.
A flexibilidade e o diálogo são essenciais para um regime de convivência que funcione. Nosso escritório já mediou um acordo em Rio de Janeiro (RJ) onde os pais, com horários de trabalho atípicos, criaram um calendário de visitas personalizado que atendia às necessidades de todos, especialmente da criança.
Alienação Parental: Um Tema Delicado e Crucial
A Síndrome da Alienação Parental ocorre quando um genitor manipula a criança para que ela rejeite o outro. É uma forma de abuso emocional grave, podendo causar traumas profundos.
A Lei da Alienação Parental (Lei 12.318/2010) define as condutas que caracterizam a prática e estabelece punições. Estas vão desde uma advertência até a alteração da guarda para o genitor alienado.
Identificar e combater a alienação parental é proteger a saúde mental de seus filhos. Se você suspeita que está sendo vítima dessa situação, buscar orientação jurídica imediata é fundamental.
Pensão Alimentícia: Dever de Sustento
A pensão alimentícia é um direito da criança e um dever dos pais. Seu valor é calculado com base nas necessidades do filho (moradia, educação, saúde, lazer) e na capacidade financeira de quem paga.
Na guarda compartilhada, os gastos costumam ser divididos, mas é comum que se estabeleça um valor de pensão para equilibrar as diferenças de renda entre os genitores. O não pagamento da pensão pode levar a sérias consequências, como a prisão civil do devedor.
Por Que o Senna Martins Advogados é Seu Melhor Apoio?
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Conclusão: Priorizando o Bem-Estar da Família
Em resumo, a guarda compartilhada é o modelo que melhor atende ao interesse dos filhos, promovendo a participação ativa de ambos os pais. A guarda unilateral é uma exceção, aplicada em casos específicos. O regime de visitação é um direito fundamental da criança, garantindo sua convivência familiar.
A pensão alimentícia assegura o sustento, e o combate à alienação parental é crucial para a saúde emocional de todos. O caminho ideal é sempre o diálogo e o acordo, mas a assessoria jurídica especializada é indispensável para garantir que esses acordos sejam justos e legalmente seguros.
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