👨👩👧👦 Entenda os direitos do trisal e como formalizar a união poliafetiva com um contrato de convivência. Proteja seu patrimônio e seus direitos de família.
💖 Além do Dois: O Reconhecimento da União Poliafetiva
O conceito de família no Direito de Família brasileiro tem evoluído para abarcar as diversas configurações de afeto e convivência. O trisal – uma relação amorosa e duradoura entre três pessoas – é uma dessas realidades sociais que busca o reconhecimento e a proteção legal. Embora não haja uma lei específica sobre união poliafetiva, a Justiça tem reconhecido os direitos e a estabilidade dessas relações.
O principal desafio legal para um trisal em cidades como Rio de Janeiro (RJ) ou São Paulo (SP) é a ausência de previsão direta no Código Civil (que trata de uniões entre duas pessoas). Consequentemente, a estratégia jurídica deve se basear nos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e do pluralismo das entidades familiares. A formalização através de um contrato de convivência ou uma ação declaratória de união estável é o caminho para proteger os direitos de família, como o patrimônio e a pensão entre os três companheiros.
📜 A União Poliafetiva e a Constituição
A Constituição Federal de 1988 não define de forma taxativa o que é família. Ela estabelece, primariamente, a proteção da família como base da sociedade. Essa abertura permite que o Direito de Família se adapte às novas realidades sociais. O Supremo Tribunal Federal (STF), ao reconhecer a união estável homoafetiva em 2011, reafirmou o princípio de que o afeto e a convivência pública e duradoura são os verdadeiros pilares de uma família.
Além disso, o advogado de família utiliza o princípio da isonomia (igualdade) para argumentar que negar direitos a um trisal estável é uma forma de discriminação. A proteção legal do trisal não visa equiparar a união poliafetiva ao casamento tradicional, mas sim garantir que os direitos de todos os membros, como a divisão de patrimônio e a pensão, sejam respeitados. Esse é o campo de atuação do Direito Constitucional dentro do Direito de Família.
📝 A Força do Contrato: Formalizando o Trisal
Diante do vácuo legal, o instrumento jurídico mais seguro para o trisal é o Contrato de Convivência Poliafetiva. Este documento, redigido por um advogado de família especialista, estabelece as regras da união e a manifestação clara da vontade de constituir uma família.
H3: O Que o Contrato de Convivência Deve Abranger
- Regime de Bens: O trisal deve definir como o patrimônio será gerido. Pode ser comunhão parcial, separação total ou um regime misto, especificando como os bens adquiridos durante a união serão divididos entre os três, em caso de dissolução.
- Direitos e Deveres Recíprocos: Estabelecer as responsabilidades de cuidado, assistência material e moral entre os companheiros, reforçando o caráter familiar da união. A proteção legal mútua é o objetivo principal.
- Saúde e Herança: O contrato pode incluir cláusulas sobre direitos de saúde (autorização para acompanhamento médico) e também orientar o planejamento sucessório, embora a herança dependa da elaboração de um testamento (assunto de Direito Civil).
Por outro lado, é essencial que o Contrato de Convivência Poliafetiva não fira a moral e os bons costumes para ter validade na Justiça. Ele deve ser visto como um instrumento de proteção e não como um mero acordo de vontades. O advogado de família pode usar o contrato como prova fundamental para pleitear o reconhecimento judicial da união estável poliafetiva, garantindo a proteção legal dos três membros. Este documento é uma segurança jurídica indispensável.
H3: Diferença entre Contrato e União Estável
Muitos perguntam se o contrato de convivência substitui a união estável. Não substitui. O contrato é um meio de prova robusto e uma declaração de intenções. No entanto, o reconhecimento oficial da união poliafetiva para fins de direitos como pensão por morte do INSS ou benefícios fiscais geralmente exige uma ação judicial (ou ação declaratória) que reconheça formalmente a existência da família a partir do afeto demonstrado. A expertise técnica do advogado faz essa ponte entre o contrato e o Judiciário.
👨👧👦 Filhos e Trisal: A Multiparentalidade
Quando há filhos envolvidos, o tema da união poliafetiva toca diretamente a multiparentalidade. O Direito de Família brasileiro já reconhece que uma criança pode ter mais de dois pais ou mães registrais, baseando-se no vínculo socioafetivo.
H3: A Proteção Legal para os Filhos do Trisal
- Reconhecimento Socioafetivo: Se o terceiro membro do trisal atua como pai ou mãe de cuidado e afeto, é possível buscar o reconhecimento da multiparentalidade na Justiça. Consequentemente, a criança pode ter o nome dos três membros do trisal em seu registro civil, garantindo direitos sucessórios e de pensão alimentícia contra todos.
- Guarda e Pensão Alimentícia: Em caso de separação, todos os membros do trisal que exercem a parentalidade socioafetiva podem ter direitos e deveres de guarda (compartilhada ou unilateral) e de pensão alimentícia para a criança. A Justiça avalia o cuidado efetivo, e não apenas o vínculo biológico.
- Melhor Interesse da Criança: O foco da Justiça será sempre o melhor interesse da criança. Se o trisal oferece um ambiente estável e afetuoso, o Judiciário tende a proteger essa configuração familiar. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reforça esse princípio.
Além disso, a expertise técnica do advogado de família é crucial para gerir esses processos de multiparentalidade e garantir que os direitos de família dos filhos sejam preservados. A segurança jurídica do trisal passa, inevitavelmente, pela proteção legal de seus filhos em todas as cidades, como Goiânia (GO) ou Fortaleza (CE).
💰 Pensão e Patrimônio: Os Direitos em Caso de Dissolução
A principal preocupação do trisal é o que acontece com o patrimônio e a pensão em caso de término da união ou falecimento de um dos membros. A ausência de lei específica torna a ação judicial fundamental.
H3: Garantias Legais Através da Justiça
- Divisão do Patrimônio: Se houver um contrato de convivência, a divisão dos bens adquiridos onerosamente segue o regime estabelecido. Na ausência de contrato, o advogado de família ingressa com a ação de dissolução de união estável, pedindo que a Justiça reconheça a união poliafetiva para fins de partilha.
- Pensão Alimentícia entre Companheiros: Em caso de separação, se um dos membros do trisal comprovar dependência financeira do outro, pode pleitear pensão alimentícia na Justiça.
- Herança e INSS: Embora o INSS e o Direito Sucessório (que é parte do Direito Civil) ainda sejam resistentes ao reconhecimento de união poliafetiva para fins de pensão por morte ou herança, a Justiça tem aberto precedentes. O advogado deve buscar o reconhecimento judicial da qualidade de dependente.
Consequentemente, sem a proteção legal adequada, os direitos patrimoniais do trisal em Recife (PE) ou Natal (RN) ficam fragilizados. É crucial ter um advogado de família que saiba navegar entre o Direito Civil e os princípios constitucionais para assegurar a proteção dos três.
H3: Exemplo Prático: Sucesso na Partilha de Bens em Belo Horizonte (MG)
Um trisal em Belo Horizonte (MG) viveu junto por 10 anos e adquiriu um imóvel financiado pelos três. Ao se separarem, os dois companheiros remanescentes entraram em conflito com o que se retirou sobre a divisão do bem. O banco (assunto de Direito Bancário) só reconhecia os dois nomes no financiamento.
- Ação Declaratória: O advogado de família ingressou com uma ação declaratória de união estável poliafetiva na Justiça, juntando o contrato de convivência (formalizado anos antes) e provas de dependência financeira mútua.
- Partilha Justa: A Justiça reconheceu a união dos três e determinou a partilha proporcional do patrimônio (o imóvel), garantindo a proteção legal do membro que se retirou da união.
- Resultado: O conflito foi resolvido com base na vontade manifestada no contrato e no reconhecimento da família, garantindo a justiça na divisão do patrimônio. Este caso prova que a formalização prévia e a expertise técnica são essenciais.
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O trisal é uma realidade afetiva que exige proteção legal no Brasil. Formalizar a união poliafetiva por meio de um contrato de convivência é o primeiro e mais importante passo para proteger seu patrimônio, seus filhos e seus direitos de pensão.
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Fonte de Pesquisa (Externa): Para consultar a base legal sobre as famílias e os princípios constitucionais que guiam o Direito de Família (incluindo o pluralismo familiar), consulte a Constituição Federal de 1988 no site oficial do Planalto http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm.

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